
Percussão
O curso de percussão é ministrado 1 vez por semana, contendo 1 hora aula ( individual ), sendo dividido entre: Aulas práticas e teóricas. Nossas aulas são bem dinâmicas, ao qual o aluno em pouco tempo já começa a tocar as primeiras levadas sem dificuldades.
Historia da percussão
O primeiro impulso sonoro do homem primitivo foi supostamente o de bater palmas ligado a uma certa cadência rítmica. Em achados arqueólogos verificou-se que algumas pedras possuíam tamanhos semelhantes com formas convexas, adaptando-se à empunhadura da mão humana, provavelmente para ser golpea de uma contra outra, produzindo-se som. Esse mesmo raciocínio de análise se aplica a pedaços de pau, bastões e ossos de animais.Arqueólogos acharam pegadas humanas fossilizadas e viram que eram sincronizadas. Notaram também que o pé direito tinha uma pegada mais funda simbolizando um ritual. provavelmente um ritmo binário 2 por 4, o mesmo que é usado no nosso samba. Como instrumentos usavam:
Troncos de árvore ocos que se transformavam em excelentes meios de comunicação, os chamados tantan da África.
Alguns frutos, depois de secos, soltam suas sementes se transformando em chocalhos.
Dos instrumentos primitivos de percussão tem-se os chamado idiofones, existem os de material sonoro natural e os que possuem elementos adicionados como pedras ou peles para que produzam sons. Eles podem ser divididos em:
1. CHOCALHAR: produzindo sons qudno as partes do material adicionado chocam umas nas outras ou nas paredes internas;
2. SOCAR: produzindo sons em um buraco com pés ou as mãos ou em um tubo oco;
3. CONCUSÃO: produzindo sons ao golpear dois objetos semelhantes(madeira, pedra, osso, etc)
4. BATER: produzindo sons ao bater em uma ou mais peças de um material sonoro com bastões ou ossos.
5. RASPAR: produzindo sons ao raspar dois objetos de superfícies não lisas.
Pandeiro
É o nome dado a um instrumento musical de percussão similar a uma pandeireta portuguesa, porém, maior. Consistem numa pele esticada numa armação (aro) estreita, que não chega a constituir uma caixa de ressonância.
Essa armação é geralmente circular (por exemplo, na pandeireta), mas pode ter outros formatos (por exemplo, quadrangular no adufe). Enfiadas em intervalos ao redor do aro, podem existir platinelas (soalhas) duplas de metal, ou não (por exemplo, no tamborim). Pode ser brandido para produzir som contínuo de entrechoque, ou percutido com a palma da mão e os dedos.
No Brasil, a palavra “pandeiro” veio a designar um pandeiro específico, de dimensões que variam de 8 a 12", muito usado no samba, mas não se limitando a esse ritmo, sendo encontrado no baião, côco, maracatu e por isso, considerado por alguns o instrumento nacional[carece de fontes?] do Brasil.
Fonte: wikipedia.org
Caixa Clara
Teve a sua origem na europa do século XV, onde a sua utilização básica surgiu com a marcação de ritmos em marchas militares.
Atualmente seu uso se estendeu a praticamente todos os estilos musicais ocidentais, sendo elemento essencial na bateria, onde é usada geralmente na marcação dos contratempos ou na executação de células rítmicas ou exercícios musicais mais complexos.
Seu uso é freqüente no rock, pop e no jazz, sendo também presença habitual nas seções de percussão das orquestras. O uso da caixa em estilos afro-brasileiros tem suas raízes nos desfiles militares portugueses, desempenhando seu papel principal nas marchas, batucadas, e outros estilos do carnaval, apesar de ser também incluída em diversas outras formas de música. A caixa faz parte integrante da escola de samba.
O percussionista executa a caixa munido de duas baquetas, geralmente de madeira ou com pequenas escovas, também designadas por vassourinhas. Nas bandas de marchas ou desfiles, é hábito apoiar a caixa ao ombro ou à cintura do percussionista através de um talabarte (alça). Quando utilizada na bateria, é montada sobre um pedestal, geralmente, em forma de tripé.
Fonte: wikipedia.org





